Ceará Copa Sul-Americana

Richard fala sobre o impacto de chegar mais cedo na altitude: “Quanto mais adaptados estivermos melhor”

(Fotos: Felipe Santos/Ceará SC)

Além disso, o goleiro falou sobre a importância de se classificar para a próxima fase da competição internacional.

Um dia antes de jogar, na Bolívia, contra o Jorge Wilstermann pela Copa Sul-Americana, o goleiro do Ceará, Richard, concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira, 26. Na ocasião, o jogador falou sobre a importância de uma possível classificação para a próxima fase; destacou os impactos de chegar mais cedo na altitude de Cochabamba e as dificuldades para os goleiros.

Importância da classificação

Na partida contra o Jorge Wilstermann, pela sexta rodada da fase de grupos da Sul-Americana, o Ceará para se classificar, só depende de si, pois está na liderança do grupo C. Sobre isso, Richard destaca a importância desse momento para o clube.

Muito importante, sabemos da importância e responsabilidade que é vestir a camisa do Ceará na competição. Isso mostra o quanto o clube vem crescendo a cada ano, hoje estamos podendo estar em uma posição muito boa, dependendo apenas de nós para se classificar para próxima fase da Sul-Americana e a gente vai dar o nosso melhor para que isso aconteça”.

Chegar cedo na altitude

O Ceará, dessa vez, chegou com certa antecedência para o local da partida,  que acontecerá na altitude de Cochabamba. O goleiro falou sobre as diferenças de poder se acostumar com essa adversidade um pouco mais cedo e, consequentemente, fazer um jogo ainda melhor.

É muito importante chegar antes e poder se adaptar ao clima, à velocidade da bola e quanto mais adaptado estivermos vai ser melhor. Sabemos da dificuldade que vai ser, mas estamos preparados para o que vier e a gente vai fazer um grande jogo”.

E para o goleiro?

Questionado sobre o que a altitude poderia dificultar para a atuação de um goleiro que desconhece o local, Richard destacou a velocidade e variações que a bola faz em chutes de longa distância.

“A gente tem conversado bastante, eu, o treinador de goleiros e o João (Ricardo), que já havia jogado aqui na Bolívia. A gente notou que a velocidade e as variações que a bola faz em chutes, principalmente em longas distâncias, é bastante diferente do que estamos acostumados. Mas chegamos antes, vamos treinar e se adaptar o mais rápido possível para fazer um grande jogo”.

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