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Presidente do Bahia sobre Messias: “Seria a maior compra da história do Bahia. Não foi R$ 2 milhões”

Foto: Divulgação/Bahia

Bahia perdeu a concorrência para o Vovô

O Ceará anunciou a contratação do zagueiro Messias após uma longa negociação com o América-MG. O grande concorrente pelo defensor era o Bahia e que esteve próximo de contratar o jogador semanas atrás.

De acordo com informações dos bastidores, o Vovô desembolsou R$ 2 milhões por 50% do passe do defensor e, em acordo com os representantes do atleta, ficou com mais 15%.

O valor foi considerado baixo para a longa negociação e, por isso, a torcida do Bahia criticou bastante a diretoria do clube nas redes sociais.

Com as críticas, o presidente do Tricolor Baiano, Guilherme Bellintani, foi ao Twitter para explicar o motivo do Bahia não ter seguido a frente no negócio.

“Não posso fazer um negócio que não acho bom para o clube apenas para “ganhar” do Ceará. Cada clube tem seu critério para decidir um investimento. Se fosse 2 milhões seria um bom negócio. Mas, não foi esse valor. Se comprássemos Messias teria sido a maior compra da história do Bahia. Eu deveria fazer isso para “ganhar” do Ceará?!” falou o dirigente nas redes sociais.

A maior contratação da história do Bahia é o zagueiro Juninho. Em 2019, o Tricolor desembolsou 1,3 milhões de Euros por 50% dos direitos do defensor junto ao Palmeiras (20%), Coritiba e Júnior Team (30%). Pela cotação da época, especula-se que o Bahia pagou cerca de R$ 5,7 milhões.

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