Ceará

Em entrevista, Robinson de Castro afirma que o Ceará estará entre os dez maiores do país

(Foto: Marcelo Vidal/Ceará SC)

O presidente alvinegro também falou sobre o planejamento para a temporada 2021.

O Ceará é um dos clubes de futebol com grande crescimento no Brasil, evidenciado, principalmente, por causa da boa temporada 20/21; porém, para as ambições futuras, o objetivo é bem mais audacioso. Em entrevista para o portal de notícias da ESPN, o presidente alvinegro Robinson de Castro almeja colocar o Ceará entre os dez maiores times do Brasil, além disso, falou sobre como foi o ano de 2020 para o Vovô e o mercado de transferências para 2021.

O mandatário alvinegro destaca que o Ceará está próximo de atingir a meta de ultrapassar o Bahia como maior do Nordeste e almeja estar entre os dez maiores do Brasil, mesmo não participando do extinto “Clube dos Treze”. “Sempre disse que o nosso primeiro passo era sermos o melhor time do Nordeste. Sempre disse também que o Bahia estava um pouquinho na nossa frente, mas nós vamos passar o Bahia, vamos estar entre os dez do Brasil. Mas, temos que considerar que os demais clubes do país tiveram o privilégio de contar com o Clube dos Treze”.

Robinson disse que a renovação com o meia Vina, jogador valorizado após boa temporada, é um exemplo da mudança de patamar do clube. “Primeiro é o desejo do atleta em ficar. Isso foi fundamental. Se identificou, gostou do ambiente, o coração dele disse para ele ficar. Isso era poesia, precisava colocar isso em prosa. Ele precisava de uma segurança para ficar aqui. Foi um dos principais nomes do Brasileirão, concorre ao Bola de Prata, recebeu assédio de fora e de outros clubes do Brasil, mas criamos uma situação para que ele pudesse ficar. Isso mostra a nossa mudança de patamar”.

A pandemia do coronavírus fez com que várias atividades econômicas fossem paralisadas durante o ano de 2020, incluindo o futebol e, para que os danos não fossem maiores no Ceará, o presidente destaca a importância da estabilidade financeira do clube. “Mesmo com a pandemia, o Ceará estava preparado para o momento. Foi um baque econômico mundial, mas tínhamos uma musculatura para vencer isso. Agimos com tranquilidade. Mantivemos o salário em dia, está tudo pago e, para isso, a gente criou alternativa de receitas, tivemos uma inadimplência de apenas 1% do nosso sócio-torcedor. Tivemos receitas de vendas de atletas e o nosso próprio desempenho técnico, campeão da Copa do Nordeste, chegamos às quartas de final da Copa do Brasil, fomos carregando passivos para administrar melhor”

Pensando na próxima temporada, que já se inicia no dia primeiro de março, na estreia do Ceará na Copa do Nordeste 2021 contra o ABC, Robinson fala sobre o planejamento alvinegro para o mercado de transferências. “A gente já tem cinco contratações e, com essa definição da próxima semana, nós estaremos confirmando quem estará na próxima temporada. Deve faltar pouca coisa, devemos contratar um lateral-direito, pela saída do Samuel; um zagueiro, dependendo da situação do Tiago com o time japonês e, como a gente emprestou o Leandro Carvalho para o América-MG, a gente deve buscar uma ou duas peças para atacante de lado“.

O Ceará já anunciou as saídas de Diogo Silva, Eduardo Brock e Samuel Xavier; as renovações de Vina, Fernando Sobral e Fabinho e as contratações do atacante Jael, do meia Marlon, do volante William Oliveira, do zagueiro Jordan e do goleiro João Ricardo.

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