Fortaleza

Wellington Paulista vê jogo contra o Vasco como ‘tudo ou nada’

(Foto: Bruno Oliveira/Fortaleza EC)

O camisa 9 concedeu entrevista coletiva nessa terça-feira

O atacante Wellington Paulista, do Fortaleza concedeu entrevista coletiva nessa terça-feira, 9. O camisa 9 elogiou a própria atuação diante do Coritiba, na última quinta-feira, 04. Além disso, o centroavante elogiou a partida da equipe, e elogiou o grupo de jogadores do clube cearense:

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“Uma bela partida que eu fiz contra o Coritiba, tecnicamente e taticamente também. Acho que esse padrão tem que ser de todo mundo, nunca só eu querer fazer um grande jogo, uma excelente partida, e os meus companheiros não conseguirem me acompanhar. Todos eles, basicamente, conseguiram me acompanhar nesse último jogo, que foi de uma excelência muito grande. A gente conseguiu fazer um grande jogo. É continuar assim. O mais importante é saber que a gente não tem uma estrela específica no nosso elenco, nós temos um grupo de jogadores de muita qualidade”.

Os últimos jogos do Fortaleza no Campeonato Brasileiro foram tratados como uma decisão. Contra o Vasco, nessa quarta-feira, 10, o sentimento será o mesmo. O camisa 9 vê o jogo como “tudo ou nada” para o Fortaleza, e pede foco para os jogadores:

“O jogo contra o Coritiba foi uma final de campeonato, esse contra o Vasco agora, vai ser outra decisão, mais uma batalha para a nossa guerra. Então é continuar batalhando, brigando, buscando o melhor sempre, para que a gente consiga a vitória e se distancie o mais rápido possível da zona do rebaixamento. É tudo ou nada para nós esse jogo contra o Vasco. Temos que estar muito bem focados, bem trabalhados, como estamos”.

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Devido a disputa contra o rebaixamento, a pressão sobre o Fortaleza tem sido maior nessa reta fianl de competição. Diante disso, Wellington Paulista ressaltou que os jogadores mais experientes do grupo, tentam tomar a frente nesse momento de dificuldade, e conversam com o atletas mais novos:

“A gente sabe que está nas nossas mãos a permanência do Fortaleza na Série A. Mas sabemos que também não podemos colocar totalmente a responsabilidade nos jogadores mais novos, em pessoas que não tem o emocional tão bom para suportar uma pressão tão grande como essa. Então, nós jogadores mais experientes, estamos tentando assimilar bem a situação, conversar bastante com os mais novos, com os menos experientes, para que nos ajudem também dentro de campo”.

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Guilherme de Andrade
Tenho 19 anos e curso jornalismo.
http://guilhermesport.wordpress.com

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