Robinson de Castro ressalta consistência financeira do Ceará: “Não atrasa salário desde 2012”

Foto: Marcelo Vidal/Ceará SC

Presidente do Vovô comentou sobre a situação econômica do clube e mostrou-se otimista e orgulhoso com os resultados do trabalho

O presidente do Ceará, Robinson de Castro, deu, em debate no podcast CEnaREDE, várias declarações sobre como encontra-se a situação financeira da equipe. Palavras que devem, certamente, deixar a torcida do Vovô tranquila e bastante empolgada.

Mesmo com o alto investimento do clube nas últimas temporadas, seja em contratações, seja em melhorias de estrutura ou qualquer outro setor, Robinson ressaltou os efeitos da boa gestão pela qual o Ceará tem passado. “Houve uma qualificação dos executivos, dos atletas, dos meus colaboradores. O departamento de marketing hoje é o melhor do Brasil, ninguém fez na pandemia o que o Ceará fez, ninguém. Olha o que vendemos de camisa, retemos de sócio, construímos lojas em plena pandemia, fizemos um drive-in, comunicação com o torcedor. (…) O Ceará nunca cresceu tanto quanto esse ano, fiz uma reunião com minha diretoria e disse que estávamos em recessão, mas íamos sair da caixa e fazer acontecer”, afirmou o dirigente do Alvinegro. Acrescentou, ainda, que o clube prepara a realização de um espaço reservado para o torcedor, no Shopping Parangaba, destinado à história do time, juntamente com a construção de uma loja de aproximadamente 400 m² na Avenida Dom Luís, que afirmou que será “o maior point de clube do Brasil“.

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Ao falar especificamente da questão dos salários do elenco, Robinson foi direto: “O Ceará não atrasa salário, que me lembre, talvez desde 2012, quando caiu para a Série B. Mas essa lógica de atrasar salário 30 dias, no futebol atual, é piada. O Ceará está pagando até o quinto dia útil a folha toda. Setembro está resolvido, outubro resolvido, e novembro vou pensar como pagar e resolver. Vou ter umas dificuldades e baixas nas receitas, mas vou buscar alternativas. Vou pensar isso agora, antecipar, não chegar no dia e dizer que estou sem dinheiro. Chegar em novembro já resolvido”.

Além das contratações, no início do ano, de Rafael Sóbis, Vinícius, destaque da equipe no ano, Charles e companhia, durante a pandemia do novo Coronavírus, o Ceará trouxe outra série de jogadores: Cléber, Jacaré, Jordan, Saulo Mineiro e Pedro Naressi. “Também tem receita. Fizemos muitos negócios. Nunca fiz tanto negócio, comprei jogadores na pandemia, o Jordan e Saulo, e aumentei o direito econômico de jogadores”, pontuou o presidente da equipe de Porangabuçu.

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Recebendo receitas milionárias, por exemplo, com as classificações na Copa do Brasil e com a venda de Arthur Cabral, juntamente com o bom trabalho da diretoria, o Vozão chegou ao quinto ano consecutivo de lucro financeiro e segue como um dos clubes brasileiros com a menor dívida monetária, mesmo com a pandemia do Covid-19.

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