“A sequência é importante pro atleta”, destaca Felipe Silva

Foto: Reprodução/Vozão TV

Em 101 jogos pelo Ceará, o meia marcou 13 gols

Contra o Red Bull Bragantino, Felipe Silva completou 101 jogos com a camisa do Ceará. Recuperado da lesão muscular que o fez perder a titularidade na equipe Alvinegra, o meia concedeu entrevista coletiva. Entre outras coisas, Felipe falou sobre a sequência de jogos e do comportamento dos jogadores em competições mata-mata e de pontos corridos.

Felipe, que tem entrado nos últimos jogos vindo do banco de reservas, falou sobre seu momento e da importância de estar bem fisicamente, para ajudar quando Guto Ferreira o acionar nos jogos. 

“A sequência é importante pro atleta, né? A confiança, pegar ritmo de jogo e pra poder tá cada vez melhor. As lesões acabaram atrapalhando, mas hoje eu me sinto bem preparado, até mesmo melhor, né? De quando nós voltamos aí da pandemia, me sinto bem. Então, acho que é ter um pouco de paciência, porque equipe vem bem, vem trabalhando bem, as peças estão rendendo e eu tenho que tá preparado pra pra quando tiver essas oportunidades é tentar jogar, dar o máximo possível pra que eu ganhe mais minutos em campo”, disse.    

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O meia do Alvinegro destacou o empenho que tem durante os treinamentos. Ele acredita que a dedicação resulta num Ceará mais forte. Para Felipe, o principal é ajudar o clube. 

“Eu tento fazer o máximo do que eu puder cara, é difícil, a gente sabe, mas a forma que eu tenho dar o meu melhor ali, correr o máximo possível, mostrar toda disposição possível para que a gente faça algo de bom ali, ajude nesse pouco tempo a equipe do Ceará, que é o mais importante. Óbvio que todo jogador quer jogar, quer tá jogando titular”. 

O Ceará se prepara para enfrentar o Brusque/SC no jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil. O time de Porangabussu venceu a primeira partida por 2 a 0. Felipe falou sobre as diferenças entre competições mata-mata e de pontos corridos.

“Eu não acho que a forma de jogar  muda, mas a mentalidade, né? Ela é diferente (sobre a Copa do Brasil), a gente tá indo pro mata-mata, então gera mais tensão, um pouco mais de cuidado dentro dos jogos, são dois jogos, tem que se fazer um jogo um pouco mais inteligente, mais estratégico. mas a intensidade, a mentalidade de vencer, a mentalidade de entrar forte nas competições é igual, né? Acho que em todas as competições a gente tem que entrar dessa forma, com essa mentalidade, mas a forma de jogar creio que não”, concluiu.

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