Federação Cearense de Futebol emite nota sobre retorno da modalidade

Foto: Divulgação

Em nota, FCF reforçou o que foi publicado pelos presidentes de Ceará e Fortaleza

Na tarde deste domingo, 5, a Federação Cearense de Futebol (FCF) emitiu uma nota de esclarecimento tratando o retorno do futebol no estado como necessário para a economia dos clubes cearenses. O Campeonato Cearense Série A está paralisado desde o dia 17 de março, após o jogo entre Pacajus e Ferroviário, realizado no dia 15 de março pela sexta rodada da competição, com vitória do Tubarão da Barra por a 1 a 0.

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“…entendemos que a antecipação da data para o retorno do Campeonato Cearense de Futebol Série A-2020 é necessária, uma vez que os protocolos de treinos aplicados pelos clubes e arbitragem, também, têm se apresentado eficientes, controlados e extremamente positivos para avançarmos à próxima etapa” – pontuou a nota da FCF.

Em nota, a Federação Cearense de Futebol reforçou o que foi publicado pelos presidentes de Ceará e Fortaleza, Robinson de Castro e Marcelo Paz, ontem, 4, em suas redes sociais.

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“Reforçamos que os jogos oficiais, ainda que sem a presença de público, possibilitam a geração de receitas para os clubes e entidades envolvidas, uma vez que o futebol possui relações comerciais de patrocínio, apoio e parceria com empresas de diversos mercados da indústria.”

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O intuito da Federação Cearense de Futebol é antecipar o Campeonato Cearense para livrar o calendário de Ceará, Fortaleza, Ferroviário, Guarany e Floresta, clubes que participam da Série A, C e D do Campeonato Brasileiro. Além disso, a FCF está prezando pela recuperação gradativa e segura da econômica do futebol cearense.

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“Neste momento, acreditamos que ainda seja possível promovermos a recuperação gradativa e segura da econômica do futebol cearense e, consequentemente, o amortecimento dos impactos negativos proporcionados em outras indústrias da economia local, além de atender a uma necessidade de reorganização esportiva e financeira do próprio mercado.”

“Do contrário, teremos um cenário extremamente negativo e com demissões em massa devido aos altos custos para manutenção em um momento em que a matéria prima da modalidade está inativa e não há estímulos para a geração de receitas nas entidades esportivas.” finalizou, a nota.

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