Chamusca sobre o Ceará: “planejamento era contratar na parada da Copa, mas fui demitido”

Técnico revelou detalhes sobre sua passagem no futebol alencarino

Em quase duas horas de bate-papo, o Marcelo Chamusca relembrou as suas passagens por Fortaleza e Ceará. No Tricolor, foi campeão estadual em 2015 com o gol de Cassiano aos 47 minutos do segundo tempo, vice em 2014 para o Ceará e foi eliminado nas quartas de final da Série C nos dois anos para Macaé e Brasil de Pelotas, respectivamente.

No Vovô, Chamusca foi contratado em junho de 2017 para recuperar a equipe na Série B. A equipe estava no meio da tabela e poucos pontos acima da zona de rebaixamento. Logo na sua estreia, o Ceará venceu o Oeste por 3 a 0, no Estádio Presidente Vargas.

Chamusca encerrou seu trabalho no Ceará com quase um ano no à frente do time. Ele chegou a Porangabuçu em junho de 2017, o que totaliza 11 meses no comando técnico alvinegro. Neste tempo, Marcelo Chamusca fez 64 partidas à frente do Vovô, totalizando 34 vitórias, 17 empates e 13 derrotas, em um aproveitamento de 62%.

O seu Ceará marcou 103 gols e sofreu 60. Foi terceiro lugar na Série B, além de ter sido campeão estadual em cima do Fortaleza, em 2018. Na Série A, ele deixou a equipe na vice-lanterna da competição com apenas três pontos ganhos em seis rodadas sendo três empates e três derrotas.

Na última quarta-feira, 27, em uma ‘live’ no Instagram oficial do Portal Futebol Cearense, o treinador relembrou o planejado para a temporada.

Segundo Chamusca, o acordado com a diretoria era de que montaria um time com a base do ano anterior para o estadual, Copa do Nordeste e Copa do Brasil, mas que teria até 10 reforços para a Série A, principalmente na parada para o Mundial da Rússia. Com o início ruim, o treinador foi demitido após o revés por 2 a 1 para o Vitória, em Salvador.

No bate-papo, Chamusca lembrou que perdeu muitos jogadores por contusão no início do Brasileirão e que Lisca teve tempo e reforços para recuperar a moral da equipe. Cerca de dez reforços chegaram e outros atletas saíram do Departamento Médico. O técnico afirmou que não se arrepende e que não tem mágoas da demissão, mas que as coisas poderiam ter sido melhores executadas.

Confira e entrevista exclusiva completa:

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